O SETE DA PERFEIÇÃO DO SENHOR.

O SETE DA PERFEIÇÃO DO SENHOR.


O Sete é a base sagrada, santa, perfeita do Senhor, onde Ele caminha nestes quase 6 mil anos desde a criação. 

JESUS virá no final (em breve), no Sexto dia, ou no final do sexto milênio, e como Deus na criação, Ele tambem descansará, abençoará e santificará toda sua obra, esse Sétimo milênio, que será o governo de Deus com os homens na terra. Por isso em Daniel 9, na profecia, o ultimo item, de seis itens, de sua maravilhosa obra, será Ungir o Santo dos Santos (Dn.9:24).

Gênesis nos mostra claramente essa Glória de Deus. Depois na Lei de Deus, vem o Sete, o Sábado, as Festas, onde eles celebram junto com Deus, o SETE VEZES SETE, que é o Quarenta Nove Divino, e tambem o Quatrocentos e Noventa Celestial, da incrível e extraordinária profecia das Setenta Semanas. E Deus nos revela muita coisa lá no velho testamento, como o Jubileu, que é o auge da CELEBRAÇÃO de sua santidade com os homens ou santos de Deus; Onde vemos a libertação dos escravos, o perdão de dívidas, a devolução de propriedades, o descanso da terra. Esse tempo e festividades representa o grande amor e perdão de Deus à todos os homens revelado na Obra de Jesus Cristo, por isso no novo testamento, somente Jesus fala a Pedro, que Sete vezes é muito pouco para perdoar o próximo, e nos mostra essa matemática e perfil da santidade de Deus, que é ‘Setenta vezes Sete’, ou Quatrocentos e Noventa vezes Perdão ao próximo. Esse é o retrato do amor de Deus numa proporção sublime, divina e muito elevada. Aqui Deus revelou seu amor Ágape ao mundo, em JESUS.

Jesus morre na Páscoa, e Ele sabia que estava cumprindo um monte de profecias que foram escritas a seu respeito. Aleluia. 

Ele grita o brado de vitória no alto da cruz - tudo está feito. Ou, Eu Venci; nós vencemos. Eu completei a minha missão divina. 

Depois de ser crucificado, Jesus é ungido e sepultado num túmulo novo concedido por José de Arimateia, ressuscita dos mortos e aparece para muitas pessoas durante um período de quarenta dias, quando então ascende ao céu para se sentar à direita do Pai. E dez dias após sua ascensão, ocorre a maravilhosa celebração, o Pentecostes.

Depois de cinquenta dias que o povo Hebreu celebra a primeira Páscoa dentro do Egito, Moises desce do monte Sinai com as duas tábuas da lei. Lá no Velho Testamento, dois mil e quinhentos anos depois da criação, Deus dá a lei ao povo de Israel atrvés de Moisés. Depois de cinquenta dias que Jesus ressucita dentre os mortos, Deus concede o Espirito Santo à Igreja, conforme Jesus havia prometido que  enviaria o consolador. Jesus vem para Jerusalém exatamente antes do inicio da Páscoa, para que se cumprisse tudo que foi escrito e profetizado em Exodo, Levitico e Deuteronomio a respeito dEle, o Cordeiro Pascal. Apesar do império Romano ter alterado muitas coisas como mudar o sétimo dia para o primeiro dia da semana, chamando o Sábdo de domingo, Jesus é preso na terça feira de Páscoa de madrugada, e morre numa quarta feira as quinze horas, apos ficar seis horas na cruz. Ele deve ter ressucitado no final da tarde do sábado, para se cumprir as escrituras, e aparece primeiramente para Maria Madalena na manhã do primeiro dia, quando os anjos falam que Ele já não estava lá.

Somente após cinquenta dias apos sua ressurreição, (que é o Jubileu, e a celebração mais sublime da vitória e poder divino), ocorre o Pentecostes, e ali começa um Novo Tempo na terra. Então vemos Deus usando a mesma assinatura, e a mesma matemática perfeita desde o inicio quando cria todas as coisas e descansa, abençoa e santifica o sétimo dia. 

Esse caminho é percorrido por quatro mil anos, e Cristo, pouco antes de subir aos céus inaugura a Igreja na terra e o tempo dos gentios, no que se refere a salvação e grandiosas promessas de Deus, que agora não é mais só para o povo pré escolhido, mas é concedido à todos os gentios na terra, através do véu que foi rasgado, onde Cristo abriu para todos o caminho a Deus, após sua morte na cruz. Ele está dirigindo soberanamente a Profecia que o anjo Gabriel entregou para Daniel em 538 aC., na Babilônia. Ele é o centro de tudo. Nele foram criadas todas as coisas e nele tudo subsiste. Nele todas as coisas vieram a convergir sobre sua gloriosa pessoa, e hoje Ele é o cabeça da Igreja.

Ele está escrevendo a história, e após completar tão gloriosa missão, fecha as sessenta e nove semanas que se cumprem da profecia, e sobe ao Pai, levando consigo a semana Setenta, que ate hoje está em suas mãos. Somente Ele também, abrirá esse tempo final de juízo e grande soberania, quando pegar o livro selado nas mãos de Deus, que representa seu grande e eterno poder sobre tudo. 

O livro de Apocalipse é uma celebração de vitória extraordinária, revelada à João,e à toda Igreja na Terra. O livro final das revelações é uma constante adoração a Deus e a Cristo no Reino Celestial, pelos milhares e milhares de anjos, pelos 24 anciãos, os querubins, e toda criação divina celebra junto com Eles. Em todo o livro vemos desde o começo, o numero SETE, com um selo, uma assinatura divina, que aparece em tudo no livro, mais de quarenta e nove vezes. 

Serão Sete anos antes do Grande Dia do Senhor, onde Eles executarão todas as coisas, cumprindo Tudo com perfeição inigualável. Vencerão diante do mundo físico e espiritual, todos os oponentes e inimigos, e no final do Sexto dia divino, descansarão, abençoarão e santificarão o que vem a seguir, o Sétimo dia ou Sétimo milênio de glória e poder, honra e majestade, que pertencem somente a Deus e ao seu Filho unigênito. Aleluia.

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