Bem próximos de seis mil anos.
Bem próximos de seis mil anos.
Eu creio firmemente na Palavra de Deus. Quando Ele criou a terra, não foi só o sol, a lua e alguns planetas vizinhos no quarto dia, mas diz: “Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas.” - Gn. 1:16. Aqui Deus criou todo o universo. Ele cria tudo e descansa no Sétimo Dia.
Depois até Noé temos mais mil e seiscentos anos, onde ocorre o dilúvio. Temos mais quatrocentos anos, e Deus elege um povo em Abraão, dois mil anos após a criação. Na terceira geração eleita, vão para o Egito com Jacó, por causa da fome na terra. Depois de mais de quatrocentos anos Deus salva, guarda e chama Moises. Já se passaram dois mil e quinhentos anos (cronologia aproximada). Temos o êxodo dos Hebreus, a posse da terra, o tempo dos juízes, e chegamos agora na monarquia judaica, onde Deus não se agradou da escolha do povo, de pedir um rei dentre eles.
Faltam
agora mil anos para a chegada do Messias. São cento e vinte anos de monarquia e
mais de duzentos anos de reino dividido, até que as dez tribos do norte são
removidas da terra prometida pelos Assírios, e depois ocorrem três invasões da
Babilônia, que na última, são destruídos o templo e a cidade santa, após longo
e terrível cerco de Jerusalém. Agora já são dois mil e quatrocentos anos depois
da criação, e Judá fica setenta anos no cativeiro Babilônico. As dez tribos do
norte, não voltaram, e estranhos tomam suas terras. Deus toca o coração de
Ciro, o grande, mas poucos de Benjamim e Judá, voltam para o reino do sul. Com
muitas pressões e lutas, se ergue o novo templo e muros de Jerusalém. Agora
restam quatro séculos até a chegada do Messias, onde o império Persa e Grego
dominam o mundo até trinta anos antes da chegada do Salvador, quando os romanos
sobem ao poder. Se completam quase quatro mil anos. Dois mil anos até Abraão, e
mais dois mil até Cristo. Estamos hoje, dois mil anos à frente da vinda do
Senhor ao mundo, e poucos viram e receberam a salvação, comparando com a
totalidade atual de sete bilhões e oitocentos milhões de seres humanos.
O número SETE simboliza soberania, perfeição, domínio, planejamento santo e perfeito em todas as obras de Deus. Esse número aparece sempre em todo Velho Testamento, nos quatro mil anos desde a criação até João, o último apostolo vivo, arrebatado até os céus em espírito, para escrever a última carta de Deus para os homens. No livro da revelação o número SETE aparece cinquenta e quatro vezes.
Deus julga todas as coisas em três blocos de Sete: - Sete Selos, Sete Trombetas e Sete taças da cólera de Deus, que são derramadas sobre a terra. Na verdade Ele conclui tudo entre o sexto e o Sétimo evento, onde ocorre livramento, vitória, perfeição e domínio pleno. Quando Cristo abre o sexto Selo, ocorre o Grande Dia do Senhor, quando Ele volta segunda vez, julga, vence tudo e começa a reinar, agora no Sétimo evento, sétimo Dia ou Sete da Perfeição de Deus. Assim é com as trombetas e taças. Quando aparece o SETE, Jesus já veio, colocou seus pés sobre a terra, e começa a Reinar agora aqui, com os seus escolhidos.
Não há contradição alguma no livro ou nesses três blocos interligados, que narram a mesma mensagem de ângulo diferente. Vemos beleza, santidade, justiça divina, e proclamação de Vitória plena e eterna.
Assim como criou todas as coisas e descansou no Sétimo dia, assim será sua volta na terra, quando muito em breve, se completar os seis dias ou seis mil anos - e Cristo volta agora para completar toda obra dele e de Deus. Após sua segunda vinda, Ele trará o verdadeiro Reino de Paz, então vemos: “porque são chegadas as bodas do Cordeiro,” que representa aqui o descanso, até que se complete os Sete Mil anos.
“Depois destas coisas,
ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A
salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus, porquanto verdadeiros e
justos são os seus juízos, pois julgou a grande meretriz que corrompia a terra
com a sua prostituição e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos. Segunda
vez disseram: Aleluia! E a sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos. Os vinte
e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus,
que se acha sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia! Saiu uma voz do trono,
exclamando: Dai louvores ao nosso Deus, todos os seus servos, os que o temeis,
os pequenos e os grandes. Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como
de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor,
nosso Deus, o Todo-Poderoso. Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a
si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo,
resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos
santos. Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são
chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras
palavras de Deus.” – Ap. 19:1-9
Aqui no final do livro, no início do capitulo 19 diz: "Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro." - e isso é dito no livro, antes da guerra final, que vem nos versos seguintes. Ou seja, o Reino de Deus está celebrando a vitória de Deus e Cristo, pois não houve luta física com Cristo e seus exércitos. Apenas uma espada que saia da boca de Cristo, acabou com todos, e a maldição predita em Zacarias 14, se cumpre nesse grande vale - agora de sangue.
Começa então as bodas
do Cordeiro, e o Apocalipse vai dizendo, assim como nas parábolas de Cristo nos
evangelhos - bem aventurados aqueles que são chamados para as
bodas.
Nestes mil anos, não
haverá guerra nem caos, mas entre todos os eleitos, agora ressurretos, começam
a celebrar essa união eterna com Cristo, o Noivo, o Cordeiro. Aleluia.
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